Nas esquinas da capital da loucura

Um homem está sentado sobre um pedaço de papelão em frente a uma lanchonete na Avenida Paulista. O cobertor surrado pendurado em suas costas ostenta manchas de gordura, lama e fluídos desconhecidos. Os cabelos grisalhos envolvem sua cabeça num emaranhado de lã grossa e suja – sua auréola profanada de santidade decadente. Seu nome é…

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